Ciclos de crescimento na vida cristã
“Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.
A vida que agora vivo...vivo-a pela fé no filho de Deus... ”
Gl 2. 20 Nosso desafio de vida não é compreender a Cristo, mas viver em Cristo. Para vivermos para Deus é preciso morrer para nós mesmos. Se o motivo maior da nossa existência é glorificar a Deus, nossa carne é uma das maiores barreiras na caminhada. Por estímulo da carne, diversos crentes fazem a coisa certa com a motivação errada. A vontade de Deus é que nos amemos mutuamente. Livres do poder do pecado, expressamos nossa gratidão na dinâmica do serviço; assim, criamos relacionamentos e vida em comunidade. Esse meio gera partilha, confiança, expectativas diversas. Esse é o primeiro ciclo de crescimento do cristão. A comunidade é levada a tempos áridos, de escassez de recursos ou afeto (Dt 8.2). A crise gera ruídos de comunicação e surge a contenda e confusão. Os escandâlos são inevitáveis, e promovem decepções, amarguras, afastamento, rompimento. ...